Sobre a ACSO

A FORÇA DO EMPREENDEDORISMO EM SOROCABA E VOTORANTIM ESTÁ NA UNIÃO DE QUEM FAZ ACONTECER.

A ACSO é uma entidade que impulsiona empresários e empreendedores de diferentes segmentos. Inovadora e atuante, promove cursos, treinamentos, palestras e ações que fortalecem negócios, estimulam o crescimento sustentável e geram oportunidades para quem empreende.

Mais de 100 anos fortalecendo empresários e empreendedores da região

Apoio ao desenvolvimento de pequenos e médios negócios

Quem pode se associar?

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SOLUÇÕES PARA VOCÊ!

Com a AC Saúde, oferecemos benefícios para garantir mais qualidade de vida e bem-estar.

Realizamos ações e eventos corporativos que inspiram, engajam e geram resultados.

Programas de capacitação que fortalecem equipes e preparam profissionais para o mercado.

Apoiamos empresas na análise, e planejamento de estratégias para se destacar no mercado.

Espaços para trabalho colaborativo. Perfeito para quem busca um ambiente profissional.

Construímos parcerias que fortalecem negócios e ampliam oportunidades.

Desenvolvidos para otimizar processos e impulsionar o crescimento do seu negócio.

Eventos

Confira os próximos eventos da ACSO

9
abr

ACSO Mulher promove caravana empreendedora à Magalu em São Paulo

A ACSO Mulher promove, na próxima quinta-feira, 9 de abril, a Caravana Magalu, uma iniciativa voltada ao fortalecimento do empreendedorismo feminino por meio da imersão em um dos ecossistemas mais inovadores do varejo brasileiro. A experiência levará empreendedoras até a Arena e Galeria Magalu, em São Paulo, proporcionando um dia de aprendizado prático, troca de experiências e conexão com estratégias modernas de mercado. Exclusiva para associadas, a ACSO subsidiará um percentual da viagem e as participantes terão o investimento mínimo de R$ 50. A saída está prevista às 6h30, da rua da Penha, 535, Centro de Sorocaba, com retorno programado às 18h. As inscrições podem ser feitas pelo link forms.gle/qKUksyd1fHTP1Dzw5. Para mais informações, os contatos podem ser feitos diretamente com a Paula pelo 15 3331.1003.

Durante a visita, as participantes terão a oportunidade de conhecer de perto a cultura organizacional, os processos e as práticas que posicionam o Magazine Luiza como referência nacional em transformação digital, inovação no varejo e integração entre lojas físicas e e-commerce. A programação inclui a apresentação da Comunidade Seller Magalu, que conecta vendedores ao marketplace da empresa, ampliando oportunidades de negócios e escalabilidade.

A caravana foi idealizada para oferecer conteúdo relevante e aplicável, abordando temas como digitalização de vendas, experiência do cliente, uso de tecnologia no varejo e estratégias de crescimento sustentável. Além disso, o encontro busca estimular o networking entre empreendedoras, criando um ambiente propício para a troca de ideias, parcerias e fortalecimento de negócios liderados por mulheres.

Outro destaque da iniciativa é a vivência prática dentro do ecossistema Magalu, permitindo que as participantes compreendam, na prática, como grandes empresas estruturam suas operações omnichannel e utilizam dados e inovação para se manterem competitivas. A proposta é ampliar a visão estratégica das empreendedoras, inspirando novas formas de atuação em seus próprios negócios.

“A Caravana Magalu foi pensada para proporcionar uma experiência transformadora às nossas empreendedoras, conectando-as com práticas reais de inovação e gestão. Queremos que cada participante volte com novas ideias, mais confiança e uma visão ampliada sobre as possibilidades de crescimento no varejo e no digital”, destaca a coordenadora da ACSO Mulher, Laura Brugnerotto.

31
mar

ACSO promove 17ª edição de ‘O Palco é Seu’ com foco em estratégia, bem-estar e resultados corporativos

A ACSO realiza, nesta terça-feira (31), a 17ª edição de ‘O Palco é Seu’, o congresso de associados que reúne especialistas para compartilhar conhecimentos estratégicos com empreendedores e prestadores de serviço. O encontro acontece a partir das 14h, com entrada gratuita, mediante inscrição pelo link www.acso.com.br/Palestras/. A proposta é oferecer uma tarde de conteúdo relevante, networking qualificado e troca de experiências no auditório da Associação, localizado na rua da Penha, 535, no Centro.

Nesta edição, quatro palestrantes sobem ao palco trazendo abordagens complementares sobre temas essenciais ao ambiente corporativo. Ricardo Santana apresenta a palestra ‘O Ativo Invisível: Como a Alimentação Impacta Produtividade, Absenteísmo e a Cultura da sua Empresa’, explorando a relação entre nutrição e desempenho organizacional. Já Iris Daval aborda ‘O Lucro da Autenticidade: Como Transformar sua Identidade em Resultados Reais’, destacando a importância da autenticidade como diferencial competitivo.

O bem-estar corporativo também ganha espaço com Manoel Corrêa Neto, que discute ‘Cultura do Bem-Estar: Atividades Físicas como Estratégia Corporativa’, mostrando como hábitos saudáveis podem impactar positivamente equipes e resultados. Complementando a programação, Bruno de Palma traz ‘Posicionamento e Marketing Essencial’, com insights práticos para fortalecer a presença de marca e ampliar resultados de negócios.

Com temas que envolvem alimentação, identidade, bem-estar e marketing, o encontro busca oferecer uma visão ampla e integrada do mercado atual, conectando teoria e prática. A iniciativa reforça o compromisso da Associação em fomentar o desenvolvimento empresarial por meio de conteúdos atualizados e aplicáveis no dia a dia.

Para o presidente da ACSO, Hygor Duarte, o congresso representa uma oportunidade estratégica para os participantes. “’O Palco é Seu’ foi pensado para provocar reflexões e gerar transformação real entre os empreendedores. Reunimos especialistas com experiências diversas justamente para ampliar a visão dos nossos associados e contribuir diretamente com seus resultados”.

16
out

Feira do Empreendedor 2025 destaca Inteligência Empreendedora e reúne mil expositores em São Paulo

A capital paulista recebe até o sábado, 18 de outubro, a edição 2025 da Feira do Empreendedor (FE25), um dos maiores eventos de fomento ao empreendedorismo do país. Realizada no São Paulo Expo, a feira é organizada pelo Sebrae e tem como objetivo principal estimular o desenvolvimento de novos negócios no Brasil e no mundo. Referência para quem deseja abrir, consolidar ou acelerar um empreendimento, a feira se destaca pela proposta de gerar conexões, oportunidades e conhecimento estratégico para empresários de todos os portes e segmentos.

Neste ano, a 14ª edição da FE traz como tema central o conceito de Inteligência Empreendedora (IE), uma abordagem construída ao longo dos mais de 50 anos de atuação do Sebrae. A IE representa todo o conhecimento aplicado de forma personalizada e direcionada aos diversos perfis de empreendedores atendidos pela instituição. São mais de 50 mil m² de evento, distribuídos em sete eixos temáticos, que proporcionam uma experiência prática, imersiva e alinhada aos desafios do cenário atual.

Os visitantes exploram conteúdos e soluções nos eixos: Comece seu Negócio; Gerencie o seu Dinheiro; Inovação e Tecnologia; Marketing e Vendas; Comportamento Empreendedor; ESG; Impacto Social e Ambiental, e Cidade Empreendedora. A programação inclui, ainda, palestras, painéis com especialistas, consultorias, rodadas de negócio e atendimentos individualizados, além de atividades de networking que conectam empreendedores, investidores e parceiros estratégicos.

A expectativa é que milhares de visitantes, incluindo empresários de micro e pequenas empresas brasileiras, passem pelo local, oferecendo a todos um ambiente altamente favorável à geração de negócios. Cerca de mil expositores de diversos setores participam do evento, promovendo soluções, tendências, tecnologias e oportunidades reais para empreendedores de diferentes estágios. A feira também reforça o papel do Sebrae como catalisador do crescimento sustentável das micro e pequenas empresas brasileiras.

A Associação Comercial de Sorocaba (ACSO), como em todos os anos, marca presença na FE25 e, em parceria com o Sebrae, subsidia a participação de empresários da região no evento. A ação faz parte de um trabalho conjunto que, ao longo do ano, promove missões empresariais para feiras segmentadas em todo o Brasil. Na FE25, a caravana organizada pela ACSO e Sebrae ultrapassou o número de 180 empresários de Sorocaba e Votorantim, que visitarão a feira ao longo dos dois dias de visitação.

Para Hygor Duarte, presidente da Associação, a participação na Feira do Empreendedor é essencial para os empresários da região ampliarem sua visão de mercado. “A  FE25 é uma vitrine do que há de mais atual no universo dos negócios. Ela não apenas atualiza nossos associados sobre tendências e boas práticas, mas também expande a percepção sobre o que é empreender num cenário cada vez mais dinâmico e desafiador”.

A ACSO incentiva seus associados e empreendedores locais a participarem da programação e aproveitarem as oportunidades de capacitação e relacionamento que a feira proporciona. “É motivo de grande alegria para a ACSO poder oferecer essa oportunidade e ver que o empresário local está, cada vez mais, em busca de conhecimento, educação e inovação para o crescimento de seus negócios”, completa Hygor Duarte.

20
out

‘O Palco é Seu’ da ACSO traz empreendedorismo, comunicação e saúde mental

O auditório da Associação Comercial de Sorocaba (ACSO) recebe, nesta terça-feira, 21 de outubro, às 14h, mais uma edição de ‘O Palco é Seu’, iniciativa que vem se consolidando como espaço de aprendizado, inspiração e networking entre empreendedores, profissionais liberais e interessados em desenvolvimento pessoal e profissional. Com palestras que abordam temas como gestão integrada, saúde emocional, comunicação e conexões humanas, o evento promete reunir dezenas de participantes numa tarde de troca de experiências e conteúdos relevantes para os negócios. Para participar, basta comparecer à Rua da Penha, 535, no Centro. A entrada é gratuita.
A programação contará com quatro palestras conduzidas por especialistas de diferentes áreas. Bárbara Rodrigues abrirá o ciclo com a palestra ‘Gestão Integrada para Negócios de Alta Performance: Como crescer sem perder o seu negócio’, trazendo reflexões e práticas de gestão que equilibram pessoas e finanças. Em seguida, Leonardo Henrique apresentará ‘Rapport: O segredo para criar conexões genuínas’, explorando como a linguagem corporal e a presença impactam diretamente as relações interpessoais e profissionais.
Na terceira palestra do dia, a psicóloga Vânia Elme falará sobre ‘Mente Forte, Negócios Fortes: Superando a Ansiedade’, abordando a importância do equilíbrio emocional para empreendedores, líderes e colaboradores. Encerrando o evento, Nádia Maekawa trará o tema ‘Comunicação Assertiva e Não-Violenta: O Poder da Clareza e Empatia nos Negócios’, reforçando como a comunicação pode ser uma aliada estratégica na construção de equipes mais coesas e empresas mais sustentáveis.
Para o presidente da ACSO, Hygor Duarte, a edição reforça o papel da instituição como facilitadora do desenvolvimento local. “‘O Palco é Seu’ é mais do que um evento de palestras, é uma oportunidade para que nossos empreendedores se encontrem, compartilhem aprendizados e saiam daqui mais preparados para os desafios do mercado. Acreditamos no poder da educação continuada e da conexão entre pessoas que querem crescer juntas”.
Além das palestras, os participantes terão momentos de integração e networking, fortalecendo vínculos e fomentando parcerias entre os presentes. O evento também reforça a proposta da ACSO de abrir espaço para profissionais da região que desejam compartilhar conhecimento e fortalecer o ecossistema empreendedor local.
Com edições periódicas, ‘O Palco é Seu’ segue em sua 14ª apresentação, como uma das ações estratégicas da ACSO para movimentar o setor, apoiar o crescimento dos negócios e promover o protagonismo de quem acredita no potencial transformador do empreendedorismo.

Notícias

Apagão de mão de obra qualificada

O mercado de trabalho no Brasil está em ebulição. Economia aquecida, aumento da massa salarial, do número de contratações, inflação controlada, expansão do crédito e perspectivas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de até 5% nos próximos anos explicam o bom momento vivido pelo País. Mas também expõem as consequências no mundo do trabalho.

Alguns setores, como o de construção civil, começam a enfrentar o chamado apagão de profissionais qualificados, no caso engenheiros, para dar conta da demanda gerada pelas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de eventos esportivos como a Copa do Mundo e a Olimpíada. “A situação não está mais crítica porque, pelo segundo ano consecutivo, a carreira de engenharia foi uma das mais procuradas no vestibular da Fuvest”, afirma Fernando da Costa, diretor de operações da Consultoria Human Brasil.

Com a atual falta de profissionais para o preenchimento de vagas, muitas empresas têm optado por engenheiros mais velhos, com mais de 50 anos. Segundo Costa, muitos deles, aposentados, voltaram ao mercado de trabalho e hoje são mais valorizados. “Há empresas, inclusive, usando esse perfil de profissional como formador da nova geração”, diz.

A indústria também enfrenta problemas para preencher suas vagas, sobretudo na área de tecnologia. A necessidade por profissionais com conhecimento diferenciado em tecnologia vem sendo suprida por tecnólogos, cujos cursos surgiram há mais ou menos cinco anos, com duração de dois ou três anos. Outra solução foi investir em trainees. “Foi a forma que encontraram para desenvolver o profissional de acordo com características desejadas”, resume.
Crônico – No comércio, o consultor diz que faltam profissionais que dominem a fundo a cadeia de varejo, conheçam, por exemplo, os canais apropriados para colocar produtos em magazines e supermercados. E isso é um problema crônico e antigo no segmento, intensificado com o atual cenário econômico. Para Costa, o grande obstáculo é não existir um plano de carreira no setor, fazendo com que a profissão de vendedor seja apenas passageira, ou o primeiro emprego, como ocorre com o telemarketing.

A falta de mão de obra qualificada também tem preocupado os empresários de serviços. Pesquisa realizada em julho pela Central Brasileira do Setor de Serviços (Cebrasse) aponta que a retenção e a manutenção de profissionais é a segunda maior preocupação para 71% das empresas, perdendo para a carga tributária, com 86%. Em março, 30% dos entrevistados citaram a falta de qualificação como item a influenciar os negócios. Segundo o levantamento, a carência de trabalhadores preparados é mais frequente para preencher as vagas de comprador, vendedor, mecânico, eletricista, supervisor, gerente e motorista.
Falta fermento profissional

No Brasil, a falta de qualificação é um problema que atinge até uma das profissões mais antigas do mundo: padeiro. O presidente do Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria de São Paulo, Antero José Pereira, afirma que há uma carência de mão de obra qualificada na área e parte do problema é decorrente do número reduzido de escolas profissionalizantes.

Segundo ele, o piso inicial para um bom padeiro varia de R$ 1,2 mil a R$ 1,8 mil, mas dependendo da qualificação do profissional e da região do estabelecimento, um padeiro recebe em torno de R$ 2,5 mil. Hoje, um profissional capacitado sabe a receita de dezenas de tipos de pães.

É o caso do padeiro José Edson de Moraes, há sete anos na profissão. Ele trabalha na padaria Marengo, no Tatuapé, há quase seis anos e tem planos para abrir o próprio negócio. Diariamente, por um salário de R$ 2 mil por mês, põe a mão na massa para a confecção de cerca de 30 tipos de pães. “O italiano é um dos mais trabalhosos porque sua fermentação é natural. Mas é o que mais gosto de fazer”, explica.

Moraes fez cursos para o aperfeiçoamento da profissão, mas acha que a prática é a melhor forma de aprender. Acostumado a manusear massas, ele dá a receita para se tornar um bom padeiro. “Ser higiênico, cumprir horários e conhecer as peculiaridades na hora de preparar a massa dos pães”, conclui.

Fonte:DComércio

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Avaliação do consumidor sobre economia é a melhor em 5 anos

Rio – Pela segunda vez consecutiva, a confiança do consumidor atingiu em setembro o maior nível da série histórica do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) iniciada em setembro de 2005, segundo o coordenador de Sondagens Conjunturais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Aloísio Campelo.

O ICC subiu 0,7% em setembro em relação a agosto e, com o resultado, o desempenho do indicador, que é calculado com base em uma escala de pontuação entre 0 e 200 pontos (sendo que, quando mais próximo de 200, maior o nível de confiança do consumidor), foi de 120,8 pontos para 121,7 pontos, de agosto para setembro. “O consumidor tem avaliado muito bem a economia. Sobre mercado de trabalho e sobre a situação da economia em geral, o consumidor nunca teve uma avaliação tão favorável, desde 2005”, comentou o economista

Segundo a FGV, o porcentual de consumidores no total de entrevistados que avaliam a situação econômica atual como boa aumentou de 28,1% para 33,6% de agosto para setembro. Já a dos que a consideram ruim caiu de 22,6% para 21,2%, no mesmo período Mas houve uma piora nas perspectivas para a economia nos próximos meses. A parcela de consumidores no total de pesquisados que projetam melhora no cenário, nos seis meses seguintes, caiu de 28,4% para 26,5% de agosto para setembro; já a dos que preveem piora subiu de 10,7% para 11,3%, no mesmo período.

Um dos fatores que mais ajudaram a formar o cenário positivo atual é a avaliação do brasileiro quanto ao mercado de trabalho. Campelo observou que o mercado de trabalho tem apresentado resultados favoráveis nos últimos meses. No entanto, este ano também contou com mais uma influência benéfica: o período eleitoral, que gerou mais empregos temporários. Isso eleva a renda do consumidor, de uma maneira geral, o que conduz a uma melhora no humor do brasileiro.

Além disso, o economista destacou que a inflação, de maneira geral, não mais assusta tanto o consumidor como no passado, com exceção do brasileiro de baixa renda, que agora sofre mais com a alta nos preços dos alimentos. Mas mesmo isso não influenciou muito o resultado geral do ICC, pois a inflação há meses mostra trajetória comportada e os preços dos alimentos só começaram a subir recentemente. Tanto que a projeção de inflação do consumidor para os próximos 12 meses, pesquisada pela Sondagem das Expectativas do Consumidor (usada para cálculo do ICC) caiu de 6,2% para 6,0% de agosto para setembro, a menor estimativa desde março de 2008 (5,9%).

Na prática, a conjuntura econômica atual ajudou a formar uma mentalidade de confiança na cabeça do consumidor quanto ao cenário da economia local. Com isso, a avaliação sobre o momento presente da economia, no âmbito do ICC, está melhorando por seis meses consecutivos.

Porém, as expectativas do consumidor brasileiro caíram em setembro. Campelo afirmou que as eleições não tiveram nenhuma influência neste resultado. “É natural que as expectativas, que estavam em um patamar muito elevado, comecem a decair um pouco. É mais uma acomodação. O patamar da confiança quanto ao futuro da economia arrefeceu, nos últimos meses mas continua acima da média histórica”, avaliou. Ele acrescentou que as expectativas para as finanças familiares continuam positivas para os próximos meses.

Campelo comentou também que as expectativas de compras de bens duráveis ficaram relativamente estáveis em setembro. Embora a fatia de consumidores entrevistados que pretendem comprar mais bens duráveis nos próximos meses tenha caído de 16,5% para 15,0% de agosto para setembro, a parcela de pesquisados que informaram intenção de comprar menos também caiu, de 26,5% para 25,5% no mesmo período.

O economista observou que as famílias estão, no momento, saindo de um ciclo de endividamento provocado pela antecipação de compras iniciada no ano passado, devido às promoções geradas pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em automóveis, geladeiras, entre outros. “Mas parece que o consumidor começa agora a recuperar o fôlego por compras de duráveis”, afirmou. “Podemos apostar em um cenário gradual de retomada das compras”, afirmou.

Fonte:DComércio

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Avaliação do consumidor sobre economia é a melhor em 5 anos

Rio – Pela segunda vez consecutiva, a confiança do consumidor atingiu em setembro o maior nível da série histórica do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) iniciada em setembro de 2005, segundo o coordenador de Sondagens Conjunturais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Aloísio Campelo.

O ICC subiu 0,7% em setembro em relação a agosto e, com o resultado, o desempenho do indicador, que é calculado com base em uma escala de pontuação entre 0 e 200 pontos (sendo que, quando mais próximo de 200, maior o nível de confiança do consumidor), foi de 120,8 pontos para 121,7 pontos, de agosto para setembro. “O consumidor tem avaliado muito bem a economia. Sobre mercado de trabalho e sobre a situação da economia em geral, o consumidor nunca teve uma avaliação tão favorável, desde 2005”, comentou o economista

Segundo a FGV, o porcentual de consumidores no total de entrevistados que avaliam a situação econômica atual como boa aumentou de 28,1% para 33,6% de agosto para setembro. Já a dos que a consideram ruim caiu de 22,6% para 21,2%, no mesmo período Mas houve uma piora nas perspectivas para a economia nos próximos meses. A parcela de consumidores no total de pesquisados que projetam melhora no cenário, nos seis meses seguintes, caiu de 28,4% para 26,5% de agosto para setembro; já a dos que preveem piora subiu de 10,7% para 11,3%, no mesmo período.

Um dos fatores que mais ajudaram a formar o cenário positivo atual é a avaliação do brasileiro quanto ao mercado de trabalho. Campelo observou que o mercado de trabalho tem apresentado resultados favoráveis nos últimos meses. No entanto, este ano também contou com mais uma influência benéfica: o período eleitoral, que gerou mais empregos temporários. Isso eleva a renda do consumidor, de uma maneira geral, o que conduz a uma melhora no humor do brasileiro.

Além disso, o economista destacou que a inflação, de maneira geral, não mais assusta tanto o consumidor como no passado, com exceção do brasileiro de baixa renda, que agora sofre mais com a alta nos preços dos alimentos. Mas mesmo isso não influenciou muito o resultado geral do ICC, pois a inflação há meses mostra trajetória comportada e os preços dos alimentos só começaram a subir recentemente. Tanto que a projeção de inflação do consumidor para os próximos 12 meses, pesquisada pela Sondagem das Expectativas do Consumidor (usada para cálculo do ICC) caiu de 6,2% para 6,0% de agosto para setembro, a menor estimativa desde março de 2008 (5,9%).

Na prática, a conjuntura econômica atual ajudou a formar uma mentalidade de confiança na cabeça do consumidor quanto ao cenário da economia local. Com isso, a avaliação sobre o momento presente da economia, no âmbito do ICC, está melhorando por seis meses consecutivos.

Porém, as expectativas do consumidor brasileiro caíram em setembro. Campelo afirmou que as eleições não tiveram nenhuma influência neste resultado. “É natural que as expectativas, que estavam em um patamar muito elevado, comecem a decair um pouco. É mais uma acomodação. O patamar da confiança quanto ao futuro da economia arrefeceu, nos últimos meses mas continua acima da média histórica”, avaliou. Ele acrescentou que as expectativas para as finanças familiares continuam positivas para os próximos meses.

Campelo comentou também que as expectativas de compras de bens duráveis ficaram relativamente estáveis em setembro. Embora a fatia de consumidores entrevistados que pretendem comprar mais bens duráveis nos próximos meses tenha caído de 16,5% para 15,0% de agosto para setembro, a parcela de pesquisados que informaram intenção de comprar menos também caiu, de 26,5% para 25,5% no mesmo período.

O economista observou que as famílias estão, no momento, saindo de um ciclo de endividamento provocado pela antecipação de compras iniciada no ano passado, devido às promoções geradas pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em automóveis, geladeiras, entre outros. “Mas parece que o consumidor começa agora a recuperar o fôlego por compras de duráveis”, afirmou. “Podemos apostar em um cenário gradual de retomada das compras”, afirmou.

Fonte:DComércio

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