Sobre a ACSO

A FORÇA DO EMPREENDEDORISMO EM SOROCABA E VOTORANTIM ESTÁ NA UNIÃO DE QUEM FAZ ACONTECER.

A ACSO é uma entidade que impulsiona empresários e empreendedores de diferentes segmentos. Inovadora e atuante, promove cursos, treinamentos, palestras e ações que fortalecem negócios, estimulam o crescimento sustentável e geram oportunidades para quem empreende.

Mais de 100 anos fortalecendo empresários e empreendedores da região

Apoio ao desenvolvimento de pequenos e médios negócios

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SOLUÇÕES PARA VOCÊ!

Com a AC Saúde, oferecemos benefícios para garantir mais qualidade de vida e bem-estar.

Realizamos ações e eventos corporativos que inspiram, engajam e geram resultados.

Programas de capacitação que fortalecem equipes e preparam profissionais para o mercado.

Apoiamos empresas na análise, e planejamento de estratégias para se destacar no mercado.

Espaços para trabalho colaborativo. Perfeito para quem busca um ambiente profissional.

Construímos parcerias que fortalecem negócios e ampliam oportunidades.

Desenvolvidos para otimizar processos e impulsionar o crescimento do seu negócio.

Eventos

Confira os próximos eventos da ACSO

31
jul

129º Café da Manhã de Negócios com Débora Furacão

CAFÉ DA MANHÃ DE NEGÓCIOS #129 ☕

Nossa próxima edição vai trazer um tema essencial para empresários e profissionais que desejam expandir seus resultados!

🎤 Receberemos @deborasantos.furacao, empresária, palestrante e especialista em estratégias de vendas há 26 anos, com a palestra “Como Atrair + Clientes e Aumentar o Faturamento”, compartilhando estratégias práticas para conquistar novos clientes, fortalecer as vendas e impulsionar o crescimento dos negócios.

Evento gratuito para Associados | Não Associados: participação única no valor de R$ 200,00.

📍 NOVO LOCAL: Igreja ADVEC | Rua Abolição, 400 – Vila Jardini, Sorocaba/SP
📅 31 de Julho às 7h30

⚠️ Aviso importante: O estacionamento do local é reduzido. Por isso, recomendamos a utilização de transporte por aplicativo.

🚨 Vagas limitadas!

Faça sua Inscrição!

27
jul

Curso: Faça o Preço Certo e Não Perca Dinheiro💰

Aprenda a definir o preço certo dos seus produtos e serviços e venda com mais segurança neste curso do Sebrae.

✅ Saiba como precificar de forma estratégica, evitando prejuízos e fortalecendo a gestão financeira do seu negócio por meio de decisões mais assertivas.

Curso gratuito e exclusivo para Associados | Máximo 2 pessoas por CNPJ | Com certificado ao término do curso

📍 Auditório da ACSO – Rua da Penha, 535 – Centro
📅 27/07 (segunda-feira) das 8h30 às 12h30

Faça sua Inscrição e participe!

28
jul

O Palco é Seu! 🎤 21º Congresso de Associados

Uma tarde para expandir sua visão de mercado e fortalecer seus resultados com conteúdos estratégicos!

💡Especialistas convidados, insights aplicáveis na prática e um ambiente perfeito para gerar networking de valor.

✅ Temas da Edição:
Liderança | Neuromarketing | Marketing | Comunicação

*Gratuito para Associados e Não Associados

📍Auditório da ACSO – Rua da Penha, 535 – Centro
📅28 de Julho das 14h às 17h30

⬅️ Faça sua inscrição gratuita!

Notícias

Avaliação do consumidor sobre economia é a melhor em 5 anos

Rio – Pela segunda vez consecutiva, a confiança do consumidor atingiu em setembro o maior nível da série histórica do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) iniciada em setembro de 2005, segundo o coordenador de Sondagens Conjunturais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Aloísio Campelo.

O ICC subiu 0,7% em setembro em relação a agosto e, com o resultado, o desempenho do indicador, que é calculado com base em uma escala de pontuação entre 0 e 200 pontos (sendo que, quando mais próximo de 200, maior o nível de confiança do consumidor), foi de 120,8 pontos para 121,7 pontos, de agosto para setembro. “O consumidor tem avaliado muito bem a economia. Sobre mercado de trabalho e sobre a situação da economia em geral, o consumidor nunca teve uma avaliação tão favorável, desde 2005”, comentou o economista

Segundo a FGV, o porcentual de consumidores no total de entrevistados que avaliam a situação econômica atual como boa aumentou de 28,1% para 33,6% de agosto para setembro. Já a dos que a consideram ruim caiu de 22,6% para 21,2%, no mesmo período Mas houve uma piora nas perspectivas para a economia nos próximos meses. A parcela de consumidores no total de pesquisados que projetam melhora no cenário, nos seis meses seguintes, caiu de 28,4% para 26,5% de agosto para setembro; já a dos que preveem piora subiu de 10,7% para 11,3%, no mesmo período.

Um dos fatores que mais ajudaram a formar o cenário positivo atual é a avaliação do brasileiro quanto ao mercado de trabalho. Campelo observou que o mercado de trabalho tem apresentado resultados favoráveis nos últimos meses. No entanto, este ano também contou com mais uma influência benéfica: o período eleitoral, que gerou mais empregos temporários. Isso eleva a renda do consumidor, de uma maneira geral, o que conduz a uma melhora no humor do brasileiro.

Além disso, o economista destacou que a inflação, de maneira geral, não mais assusta tanto o consumidor como no passado, com exceção do brasileiro de baixa renda, que agora sofre mais com a alta nos preços dos alimentos. Mas mesmo isso não influenciou muito o resultado geral do ICC, pois a inflação há meses mostra trajetória comportada e os preços dos alimentos só começaram a subir recentemente. Tanto que a projeção de inflação do consumidor para os próximos 12 meses, pesquisada pela Sondagem das Expectativas do Consumidor (usada para cálculo do ICC) caiu de 6,2% para 6,0% de agosto para setembro, a menor estimativa desde março de 2008 (5,9%).

Na prática, a conjuntura econômica atual ajudou a formar uma mentalidade de confiança na cabeça do consumidor quanto ao cenário da economia local. Com isso, a avaliação sobre o momento presente da economia, no âmbito do ICC, está melhorando por seis meses consecutivos.

Porém, as expectativas do consumidor brasileiro caíram em setembro. Campelo afirmou que as eleições não tiveram nenhuma influência neste resultado. “É natural que as expectativas, que estavam em um patamar muito elevado, comecem a decair um pouco. É mais uma acomodação. O patamar da confiança quanto ao futuro da economia arrefeceu, nos últimos meses mas continua acima da média histórica”, avaliou. Ele acrescentou que as expectativas para as finanças familiares continuam positivas para os próximos meses.

Campelo comentou também que as expectativas de compras de bens duráveis ficaram relativamente estáveis em setembro. Embora a fatia de consumidores entrevistados que pretendem comprar mais bens duráveis nos próximos meses tenha caído de 16,5% para 15,0% de agosto para setembro, a parcela de pesquisados que informaram intenção de comprar menos também caiu, de 26,5% para 25,5% no mesmo período.

O economista observou que as famílias estão, no momento, saindo de um ciclo de endividamento provocado pela antecipação de compras iniciada no ano passado, devido às promoções geradas pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em automóveis, geladeiras, entre outros. “Mas parece que o consumidor começa agora a recuperar o fôlego por compras de duráveis”, afirmou. “Podemos apostar em um cenário gradual de retomada das compras”, afirmou.

Fonte:DComércio

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Avaliação do consumidor sobre economia é a melhor em 5 anos

Rio – Pela segunda vez consecutiva, a confiança do consumidor atingiu em setembro o maior nível da série histórica do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) iniciada em setembro de 2005, segundo o coordenador de Sondagens Conjunturais da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Aloísio Campelo.

O ICC subiu 0,7% em setembro em relação a agosto e, com o resultado, o desempenho do indicador, que é calculado com base em uma escala de pontuação entre 0 e 200 pontos (sendo que, quando mais próximo de 200, maior o nível de confiança do consumidor), foi de 120,8 pontos para 121,7 pontos, de agosto para setembro. “O consumidor tem avaliado muito bem a economia. Sobre mercado de trabalho e sobre a situação da economia em geral, o consumidor nunca teve uma avaliação tão favorável, desde 2005”, comentou o economista

Segundo a FGV, o porcentual de consumidores no total de entrevistados que avaliam a situação econômica atual como boa aumentou de 28,1% para 33,6% de agosto para setembro. Já a dos que a consideram ruim caiu de 22,6% para 21,2%, no mesmo período Mas houve uma piora nas perspectivas para a economia nos próximos meses. A parcela de consumidores no total de pesquisados que projetam melhora no cenário, nos seis meses seguintes, caiu de 28,4% para 26,5% de agosto para setembro; já a dos que preveem piora subiu de 10,7% para 11,3%, no mesmo período.

Um dos fatores que mais ajudaram a formar o cenário positivo atual é a avaliação do brasileiro quanto ao mercado de trabalho. Campelo observou que o mercado de trabalho tem apresentado resultados favoráveis nos últimos meses. No entanto, este ano também contou com mais uma influência benéfica: o período eleitoral, que gerou mais empregos temporários. Isso eleva a renda do consumidor, de uma maneira geral, o que conduz a uma melhora no humor do brasileiro.

Além disso, o economista destacou que a inflação, de maneira geral, não mais assusta tanto o consumidor como no passado, com exceção do brasileiro de baixa renda, que agora sofre mais com a alta nos preços dos alimentos. Mas mesmo isso não influenciou muito o resultado geral do ICC, pois a inflação há meses mostra trajetória comportada e os preços dos alimentos só começaram a subir recentemente. Tanto que a projeção de inflação do consumidor para os próximos 12 meses, pesquisada pela Sondagem das Expectativas do Consumidor (usada para cálculo do ICC) caiu de 6,2% para 6,0% de agosto para setembro, a menor estimativa desde março de 2008 (5,9%).

Na prática, a conjuntura econômica atual ajudou a formar uma mentalidade de confiança na cabeça do consumidor quanto ao cenário da economia local. Com isso, a avaliação sobre o momento presente da economia, no âmbito do ICC, está melhorando por seis meses consecutivos.

Porém, as expectativas do consumidor brasileiro caíram em setembro. Campelo afirmou que as eleições não tiveram nenhuma influência neste resultado. “É natural que as expectativas, que estavam em um patamar muito elevado, comecem a decair um pouco. É mais uma acomodação. O patamar da confiança quanto ao futuro da economia arrefeceu, nos últimos meses mas continua acima da média histórica”, avaliou. Ele acrescentou que as expectativas para as finanças familiares continuam positivas para os próximos meses.

Campelo comentou também que as expectativas de compras de bens duráveis ficaram relativamente estáveis em setembro. Embora a fatia de consumidores entrevistados que pretendem comprar mais bens duráveis nos próximos meses tenha caído de 16,5% para 15,0% de agosto para setembro, a parcela de pesquisados que informaram intenção de comprar menos também caiu, de 26,5% para 25,5% no mesmo período.

O economista observou que as famílias estão, no momento, saindo de um ciclo de endividamento provocado pela antecipação de compras iniciada no ano passado, devido às promoções geradas pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em automóveis, geladeiras, entre outros. “Mas parece que o consumidor começa agora a recuperar o fôlego por compras de duráveis”, afirmou. “Podemos apostar em um cenário gradual de retomada das compras”, afirmou.

Fonte:DComércio

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Lei dá novo ritmo à Expomusic

A cidade de São Paulo experimenta nesta semana ritmos que vão além dos ouvidos tradicionalmente no vaivém de seus moradores. Do rock à música clássica, a Expomusic 2010 – 27ª Feira Internacional da Música, Instrumentos Musicais, Áudio, Iluminação e Acessórios, promete atender a todos os gostos e bolsos até o dia 26 de setembro.
Considerada a quarta maior mostra mundial do segmento, na atual edição ela ganha um estímulo especial graças à vigência da Lei 11.769, que institui a disciplina do ensino musical como atividade curricular obrigatória para a educação básica a partir de 2011.

Patrocinada pela Associação Brasileira da Música (Abemúsica), a feira aberta ontem no Expo Center Norte, na Capital, atende exclusivamente a profissionais até sexta-feira. No fim de semana, será a vez do público.
Para o presidente da Abemúsica, Synésio Batista da Costa, a lei significa um avanço para a atividade que já atende a 5 milhões de estudantes. “A música volta para as escolas depois de 37 anos de sua extinção porque também é um instrumento de alfabetização.”

De acordo com ele, assim como índices da economia brasileira, os negócios do ramo também terão crescimento robusto até 2011. A expectativa é a de encerrar este ano com faturamento de R$ 610 milhões, aumento em torno de 10% ante receita de R$ 555 milhões obtida no ano anterior.

Para 2011, a projeção é alcançar faturamento de R$ 700 milhões, 30% fruto dos negócios gerados nessa edição da feira.

Neste ano, são 201 expositores de um mercado com 60% de vendas de instrumentos musicais importados e o restante de marcas nacionais. Fabricantes, distribuidores, lojistas e artistas apresentam 600 novidades entre 2 mil produtos. A estimativa dos organizadores é receber 60 mil visitantes, 10% a mais que no ano passado.

Serviço:
Expomusic 2010
Valor do ingresso: R$ 15. Informações pelo site: www.expomusic.com.br
Público gospel divide espaço com roqueiros

Embora os roqueiros continuem em primeiro lugar no ranking de consumidores de instrumentos musicais, a participação do público evangélico ganha fôlego. Somente neste ano, o nicho já responde por pelo menos 25% do volume de negócios da atividade, conforme expositores da Expomusic 2010.
A gerente de marketing da fabricante de instrumentos de percussão Odery, Katiene Pires, informa que as compras dos evangélicos já representam 50% do volume comercializado pela empresa neste ano.

De acordo com o gerente de marketing da Rozini, André Matos, os músicos do segmento gospel já respondem por mais de 30% das vendas da marca de violões, violas caipira e cavaquinho.

A importadora Playtech (de guitarras a equipamentos de áudio) participa há seis anos da feira e estima aumentar em 10% o faturamento que também está sendo reforçado pelos evangélicos. “Percebemos a maior presença desse público, principalmente na nossa loja da Santa Efigênia, no centro”, diz o diretor Marcelo Murano.

Fonte:DComércio

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